realaf

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  • in reply to: PROJECTO CESC+ #5191
    realaf
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    Boas,

    Ainda estamos na fase 2!
    Mas sem dúvida que já estava na hora de actualizar isto!

    A ideia de criar um manual para o cesc acabou por se desenvolver em 2 distintas.
    Sendo assim, existe o “Vocabulário: Pequena introdução ao léxico das cryptomoedas”, tal como o “Guia Prático Cryptoescudo: O que é e como implementar ?”

    O “Vocabulário: Pequena introdução ao léxico das cryptomoedas” está concluído e em circulação.
    https://www.canva.com/design/DAFcM2GqwpQ/3EbzHHHcfRoexv6s-gtwvA/view?utm_content=DAFcM2GqwpQ&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink
    Também disponivel em cryptoescudo.work

    Podem e devem partilhar!

    O “Guia Prático Cryptoescudo: O que é e como implementar ?” está em desenvolvimento. Ainda não está pronto para ser partilhado mas deixo o link para verem em que fase está (~69%)
    https://www.canva.com/design/DAFc903fixE/uqPAemE2OI2mHRXjUBtRhg/view?utm_content=DAFc903fixE&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink

    Continuo a agradecer todo e qualquer feedback!

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5126
    realaf
    Moderator

    Relativamente à ideia inicial, acabei por alterar ligeiramente a mesma.
    Este é um pdf/booklet com o objectivo de introduzir qualquer pessoa aos conceitos básicos inerentes à tecnologia.

    Será ainda necessário um guia de onboarding tanto para a wallet oficial como para o cesc.trade mas parece-me facilitar a compreensão de quem lê separar em 2.
    Um que consista em “glossário” (o que vos apresento) e o outro que pareça a um manual de instruções prático (onboarding).

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5125
    realaf
    Moderator

    1 – Reserva Fracionária

    A reserva fracionária é um modelo bancário que permite que os bancos emprestem mais dinheiro do que possuem em reservas. Isso ocorre porque os bancos só são obrigados a manter uma fração dos depósitos em reserva, enquanto emprestam o restante do dinheiro. O sistema funciona porque a maioria dos clientes dos bancos não retira todo o seu dinheiro de uma só vez, permitindo que os bancos “re-“emprestem o dinheiro emprestado. No entanto, a reserva fracionária apresenta riscos, como a falta de dinheiro suficiente em reserva para atender à procura de muitos clientes que queiram efetuar movimentações de numerário ao mesmo tempo, e a criação excessiva de dinheiro que pode levar a inflação e desestabilizar a economia.

    Por causa dos riscos apresentados pela reserva fracionária, os governos regulamentam o modelo bancário e exigem que os bancos mantenham um certo nível de reserva. As regulamentações também incluem garantias de depósitos, que protegem os depósitos dos clientes em caso de falência do banco. Embora a reserva fracionária permita que os bancos obtenham lucros e forneçam crédito à economia, é importante ter em mente que este sistema apresenta profundos riscos.

    2 – Blockchain

    A Blockchain é uma tecnologia descentralizada que permite o registo seguro e imutável de transações e dados numa base de dados encriptada, espalhada através de uma rede de computadores. É composta por blocos de informações criptografados que são ligados em cadeia, garantindo a autenticidade e a integridade das informações. Esses blocos são validados por uma rede de nós, que utilizam algoritmos e equações matemáticas para verificar a autenticidade das informações, impedindo que dados falsificados sejam adicionados à Blockchain. A descentralização da rede torna a Blockchain mais resistente a ataques maliciosos e mais transparente, uma vez que todas as transações e dados podem ser visualizados por todos os utilizadores da rede.

    A Blockchain tem sido utilizada em diversas aplicações, como registo de transações financeiras, votações eletrónicas, autenticação de documentos e certificação de autenticidade de produtos. Além disso, ela tem sido explorada para a criação de novos modelos de negócios, como as criptomoedas, que utilizam a Blockchain para garantir a segurança e a descentralização das transações financeiras. A Blockchain também pode ser utilizada para aumentar a eficiência e a transparência em processos burocráticos, como a emissão de certificados e licenças, além de reduzir custos e aumentar a confiança entre as partes envolvidas.

    A Blockchain é uma tecnologia revolucionária de registo de transações e dados que permite a criação de um sistema seguro e transparente sem necessidade de intermediários. Criada em 2008, consiste em uma cadeia de blocos de informações criptografados e validados por uma rede de nós, garantindo a autenticidade e a integridade das informações.

    3 – Bitcoin

    O Bitcoin é uma criptomoeda que foi criada em 2009 por uma pessoa ou grupo que usou o pseudónimo Satoshi Nakamoto. A busca pela sua identidade continua nos dias de hoje. Hal Finney, um dos primeiros entusiastas do Bitcoin, ficou conhecido por ser a primeira pessoa a receber uma transação de Bitcoin, que foi enviada por Satoshi Nakamoto em Janeiro de 2009. Ele também foi um dos primeiros a contribuir para o desenvolvimento do Bitcoin.

    O Bitcoin é uma criptomoeda descentralizada que utiliza a tecnologia Blockchain para criar um registo seguro e imutável de transações. Ao contrário das moedas tradicionais, o Bitcoin não é controlado por um governo ou por uma entidade central, mas sim por uma rede descentralizada de computadores. A rede Bitcoin é composta por nós que validam as transações tal como os blocos da Blockchain utilizando algoritmos matemáticos complexos. A quantidade limitada de Bitcoin (21 milhões de unidades) tal como a sua dificuldade de mineração fazem com que ele tenha valor no mercado. Além disso, a confiança dos investidores e a sua recepção como meio de pagamento também contribuem para o seu valor. O Bitcoin tem sido utilizado para transações financeiras em todo o mundo e é considerado por muitos como uma forma segura e eficiente de transferir dinheiro.

    Em 2010, deu-se a primeira “compra” conhecida em Bitcoin. Um utilizador do fórum do Bitcoin ofereceu 10.000 Bitcoins para quem lhe entregasse duas pizzas de uma pizzaria local. Na época, 10.000 Bitcoins valiam cerca de 25 dólares, mas hoje em dia seriam avaliadas em mais de 500 milhões de dólares. Esse episódio é visto como um dos primeiros exemplos do uso do Bitcoin como meio de troca e demonstra como a moeda virtual pode ser usada no mundo real.

    4 – Cryptoescudo

    O CryptoEscudo é um projeto planeado e lançado por cidadãos portugueses, no qual todos são convidados a participar.
    A ideia desenvolve-se a partir do recente e inovador conceito tecnológico de cryptomoeda. Um conceito que muda tudo o que conhecemos sobre dinheiro: a forma como o usamos, guardamos ou criamos. Um conceito, em que as moedas são criadas e usadas digitalmente numa rede descentralizada e de forma segura, tendo por base a criptografia. Referimo-nos à tecnologia blockchain.

    “O escudo que usamos como referência no nome não indica um qualquer desejo de regresso ao passado. O escudo, é neste caso, uma referência de um percurso até ao presente e que esperamos seja agora, uma base de partida rumo a um futuro melhor.
    Não nos apresentamos como esquerdistas, centristas ou direitistas. Apenas “solucionistas”.
    – Mensagem dos fundadadores da criptomoeda Cryptoescudo”

    OBJETIVO 1 – Distribuir uma parte
    dos CryptoEscudos por todos os
    portugueses quer estejam no
    país ou no estrangeiro. Serão
    entregues 15 CryptoEscudos a
    cada português. Pretende-se criar
    um interesse crescente na
    divulgação e utilização da
    moeda.

    OBJETIVO 2 – Criar uma
    comunidade nacional e
    internacional de utilizadores do
    CryptoEscudo (pessoas e
    empresas) como uma forma de
    pagamento substituta das notas
    ou cartões bancários e como
    possível forma de poupança e/ou
    investimento.

    OBJETIVO 3 – Conseguir, num
    prazo de 5 a 25 anos, fazer
    valorizar o CryptoEscudo até,
    pelo menos, 1000 Euros.
    Valorização suficiente para
    conseguir pagar a dívida pública
    portuguesa que ronda, à data do
    lançamento do CryptoEscudo, os
    220 000 000 000 de Euros.

    O Cryptoescudo é um projecto Português e tem como objectivo o pagamento da dívida portuguesa. Ao utilizar, está a ajudar!

    Ao utilizar Cryptoescudo tem ao seu dispor uma comunidade de membros que se entreajudam e apoiam, quase 24/7

    5 – Carteira – o que é e como funciona
    (em desenvolvimento)

    6 – Visão e Missão – Em que consiste o objectivo do projecto cesc+
    (em desenvolvimento)

    7 – Responsabilidade – Consciencialização para riscos, perigos e cuidados
    (em desenvolvimento)

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5124
    realaf
    Moderator

    Update:

    O pdf já está em construção.

    Os conteúdos são:

    1 – Reserva Fracionária
    2 – Blockchain
    3 – Bitcoin
    4 – CryptoEscudo
    5 – Carteira
    6 – Visão e Missão do Projecto CESC+
    7 – Responsabilidade

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5123
    realaf
    Moderator

    Agradeço o aval! É muito importante vindo de ti!

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5046
    realaf
    Moderator

    Agradeço que deixem reparos e críticas!
    Podem partilhar com familiares, amigos, colegas, etc para perceber até que ponto a informação está acessível e compreensível!

    O próximo passo será organizar este info num modelo “how-to” em pdf para facilitar o onboarding, tanto de utilizadores como de comerciantes.
    Irei complementar o mesmo com imagens reais da utilização do cesc.trade, da carteira desktop e talvez da ubercesc.
    Volto a agradecer toda e qualquer contribuição!

    Vou fazer também um levantamento de todos os negócios que, hoje, recebem pagamentos em crypto de modo a elaborar um faq útil e credível!

    • This reply was modified 1 year, 3 months ago by realaf.
    in reply to: PROJECTO CESC+ #5044
    realaf
    Moderator

    1. Blockchain
    “A blockchain é como um livro digital público e seguro, onde todas as transações são registadas de forma permanente e transparente. Cada “página” desse livro é chamada de “bloco” e contém informações sobre as transações que foram validadas por um grupo de pessoas chamadas de “mineradores”.
    A blockchain é muito importante porque, ao contrário de outros sistemas, não é controlada por uma única pessoa ou empresa. Isso significa que é muito difícil de ser manipulada ou alterada, o que a torna segura e confiável.
    Por exemplo, se tu quiseres enviar uma criptomoeda para outra pessoa, essa transação será registada na blockchain. E toda a gente que usa a blockchain pode ver essa transação, mas não pode alterá-la. Além disso, a blockchain também é usada para muitas outras coisas, como votações eletrónicas ou certificados digitais.”

    2.Bitcoin
    “O Bitcoin é uma criptomoeda – uma forma de dinheiro digital que usa criptografia para proteger transações e controlar a criação de novas unidades. O Bitcoin foi criado em 2009 por uma pessoa ou grupo de pessoas sob o pseudónimo de Satoshi Nakamoto.
    Ao contrário do dinheiro físico, que é impresso e controlado pelos governos, o Bitcoin é descentralizado e não é controlado por nenhuma autoridade central. Em vez disso, é gerido por uma rede de computadores distribuídos em todo o mundo.
    Essa rede é chamada de “blockchain” e é essencialmente um registro público de todas as transações de Bitcoin que ocorrem na rede. Cada transação é verificada pelos computadores na rede e, em seguida, adicionada a um bloco de transações. Cada bloco é conectado ao bloco anterior, criando uma cadeia de blocos (daí o nome “blockchain”).
    A criação de novas unidades de Bitcoin é chamada de “mineração” e envolve a resolução de problemas matemáticos complexos. À medida que mais unidades são criadas, a dificuldade da mineração aumenta.
    Os utilizadores do Bitcoin podem enviar e receber Bitcoins usando carteiras digitais, que são programas que armazenam as suas chaves privadas (necessárias para aceder às suas Bitcoins) e permitem que eles façam transações com outros utilizadores.
    No geral, o Bitcoin foi criado para ser uma forma de dinheiro digital que é segura, descentralizada e não controlada por nenhuma autoridade central. Ele utiliza criptografia para proteger transações e é gerido por uma rede de computadores distribuídos em todo o mundo.”

    3. Cryptoescudo
    “O Cryptoescudo é uma criptomoeda portuguesa que foi criada em 2015 com o objetivo de oferecer uma alternativa segura e descentralizada para transações financeiras. Ele é muito semelhante ao Bitcoin e outras criptomoedas, mas com algumas diferenças técnicas.
    Como uma criptomoeda, o Cryptoescudo é criado e gerido por uma rede descentralizada de computadores, em vez de ser controlado por um banco central ou outra autoridade central. Essa rede é chamada de “blockchain”, e é um registro público de todas as transações que ocorrem na rede.
    Os usuários podem adquirir Cryptoescudos de várias maneiras, como comprando-os de outras pessoas em trocas ou minerando-os. A mineração envolve a resolução de problemas matemáticos complexos que validam as transações e criam novas unidades de Cryptoescudo.
    Uma vez que um usuário tenha adquirido Cryptoescudos, eles podem ser usados para comprar bens e serviços ou transferidos para outros usuários. As transações são processadas de forma segura e anônima por meio da rede blockchain.
    Uma das características distintivas do Cryptoescudo é o algoritmo de mineração que ele usa, chamado Scrypt. Isso é diferente do algoritmo SHA-256 usado pelo Bitcoin e outras criptomoedas. Além disso, o Cryptoescudo tem uma quantidade máxima de unidades que pode ser criada, tal como o Bitcoin, que tem um número máximo limitado.
    Em resumo, o Cryptoescudo é uma criptomoeda portuguesa que funciona de forma semelhante ao Bitcoin e outras criptomoedas. Ele é gerido por uma rede descentralizada de computadores, e as transações são processadas de forma segura e anônima através da rede blockchain. Ele é criado por mineração, que envolve a resolução de problemas matemáticos complexos. O Cryptoescudo usa um algoritmo de mineração diferente do Bitcoin e tem uma quantidade máxima de unidades que pode ser criada.”

    4.
    “As carteiras de criptomoedas funcionam como uma espécie de “conta bancária” para armazenar, enviar e receber criptomoedas. Em vez de armazenar moedas físicas, as carteiras de criptomoedas armazenam as chaves privadas que permitem aos usuários acessar suas criptomoedas.
    Em geral, as carteiras de criptomoedas possuem dois componentes principais: a chave pública e a chave privada. A chave pública é usada para receber criptomoedas, e a chave privada é usada para acessar e enviar criptomoedas.
    Existem vários tipos de carteiras de criptomoedas, incluindo carteiras de hardware, carteiras de software e carteiras online. As carteiras de hardware são dispositivos físicos que armazenam as chaves privadas offline. As carteiras de software são aplicativos de computador ou móveis que armazenam as chaves privadas no dispositivo do usuário. As carteiras online são armazenadas em servidores e acessíveis através da internet.
    No caso do Cryptoescudo, existem várias opções de carteiras disponíveis, incluindo carteiras online, carteiras de software e carteiras móveis. Por exemplo, a carteira “Cryptoescudo Online Wallet” é uma carteira online que permite aos usuários armazenar, enviar e receber Cryptoescudos através de um navegador web. A carteira “Cryptoescudo Desktop Wallet” é uma carteira de software que é instalada no computador do usuário.
    Independentemente do tipo de carteira usada, é importante manter as chaves privadas seguras para evitar que as criptomoedas sejam roubadas ou perdidas. Os usuários devem sempre seguir as melhores práticas de segurança, como a criação de senhas fortes e a ativação da autenticação de dois fatores para proteger suas carteiras de criptomoedas.
    Ao perder o acesso a uma carteira, as criptomoedas que lá estiverem guardadas ficarão perdidas para sempre.”
    -chatgpt

    in reply to: PROJECTO CESC+ #5035
    realaf
    Moderator

    Fase 2:
    Definição e estruturação da estratégia:

    Considero um dos “pilares” desta estratégia a construção de uma rede de comerciantes, negócios, estabelecimentos, etc, que aceitem pagamentos em CESC
    Para tal, caberá sempre! a cada um de nós fazer o “trabalho de casa” e assumir a responsabilidade de introduzir, de forma consciente, novos membros na rede.
    O objectivo desta estratégia NÃO passa por especular ou inflacionar artificialmente o valor da moeda mas sim enraizar a mesma na cultura e sociedade portuguesa.

    Partindo do principio que o utilizador tem 0 contacto com a tecnologia, parece-me ser importante apresentar 4 conceitos-chave:

    – Blockchain

    – Bitcoin

    – Cryptoescudo

    – Carteira

    Considero fundamental a elaboração de um “manual do utilizador” para que, de forma acessível, cada um tenha ferramentas para fazer a sua própria gestão e manutenção, logicamente recorrendo a ajuda externa quando necessário.

    • This reply was modified 1 year, 3 months ago by realaf.
    • This reply was modified 1 year, 3 months ago by realaf.
    in reply to: Vendas de Garagem Satoshi #4302
    realaf
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    🙏🙏🙏🇵🇰🌛🌜🇵🇰😍😍😍

    in reply to: Vendas de Garagem Satoshi #4299
    realaf
    Moderator

    Acabo de dar conta de que já não existe a funcionalidade de carregar imagens.

    Esperemos que o nosso estimado @kimico repense na sua decisão e nos conceda este desejo.

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